Reiniciando uma imagem de simbologias semi-desconhecidas. Além de falhas de sistemas e sinais decodificados, existem verbos que indicam movimento, ação e reação. Nesse intervalo de tempo, um sopro apocalíptico cria novas espécies e maneiras de vida. É construído um caminho fugaz ditado pelos céus que passa por paisagens em chamas, cortinas de fumaça, vitrines decadentes e florestas escuras que dominam ruínas. Não existe retorno. No fim dessa linha começa uma outra linha. Detectar o ponto de passagem. Traçar rotas de fuga. Começar de novo.
Deslize conta com a participação de 13 artistas de diferentes nacionalidades e materialidades: Adrien Missika, Aun Helden, Darlene Valentim, Gabriel Junqueira, Gabriel Siams, Henrique Biatto, Isadora Almeida, Janne Schimmel, Joana Coelho, Jonata Vieira, Mané Pacheco, Pablo Quiroga e Pedro Barassi. Com curadoria assinada por Ana Grebler e Ian Gavião, a exposição pretende explorar uma organização perante o caos e a passagem do tempo, apontando fins, começos e recomeços. Essa roda de umgiro constante é composta por escapes como forma de sobrevivência, onde as atenções se voltam para as revoluções cíclicas, estéticas e simbólicas.
Deslize conta com a participação de 13 artistas de diferentes nacionalidades e materialidades: Adrien Missika, Aun Helden, Darlene Valentim, Gabriel Junqueira, Gabriel Siams, Henrique Biatto, Isadora Almeida, Janne Schimmel, Joana Coelho, Jonata Vieira, Mané Pacheco, Pablo Quiroga e Pedro Barassi. Com curadoria assinada por Ana Grebler e Ian Gavião, a exposição pretende explorar uma organização perante o caos e a passagem do tempo, apontando fins, começos e recomeços. Essa roda de umgiro constante é composta por escapes como forma de sobrevivência, onde as atenções se voltam para as revoluções cíclicas, estéticas e simbólicas.
Ana Grebler & Ian Gavião